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Mercado
MERCADO NO ESTADO
De acordo com a estimativa da empresa IPC Marketing, os brasileiros gastaram R$ 4,7 trilhões em 2017, sendo que o Estado contribuiu com R$ 470 bilhões do consumo total do país. As empresas localizadas no Rio de Janeiro acessam num raio de 500 quilômetros grande parte do mercado da Região Sudeste e que representa 48,1% do país.
Segundo o IBGE, o PIB per capita do Estado do Rio foi igual a R$ 39.826,95 em 2015, ocupando a terceira colocação dentre as unidades da Federação. Esse rendimento gera um padrão de consumo que proporciona oportunidades de investimentos em atividades voltadas para atender ao mercado consumidor, bem como às empresas do Rio de Janeiro e da Região Sudeste, notadamente dos segmentos metal mecânico, automotivo, petróleo e gás, construção civil, vestuário, fármacos, além de hotéis, bares e restaurantes.
CIDADE DO RIO
Mais de 8% dos brasileiros estão no Rio de Janeiro. São 6,4 milhões de habitantes, uma população maior do que a de países como Irlanda ou Dinamarca.Trata-se do 2º maior mercado do país, com uma particularidade: o percentual de Adultos e Idosos é maior do que a média brasileira, de 47,8% e 12,9%, respectivamente. Essa proporção indica um grande potencial de mercado. Afinal, nessas faixas etárias se encontram o perfil do consumidor no período de maior produtividade econômica.
Em qualquer outra metrópole do Brasil, há no máximo 4 shopping centers em um mesmo bairro. É o que acontece em regiões nobres e centrais como Batel, em Curitiba, e Joaquim Távora, em Fortaleza. Na Barra da Tijuca, a história é diferente. A quase 1 hora do centro da cidade, a Miami brasileira reúne nada menos do que 10 shopping centers entre as Avenidas das Américas e Ayrton Senna. Isso sem contar o Shopping Metropolitano Barra, que se localiza em Jacarepaguá mas atrai também o perfil consumidor do bairro vizinho.
A população de 6 milhões de habitantes é imensa. Mas é menos da metade do que os 13 milhões de turistas que o Rio de Janeiro recebe por ano. O montante representa 4,81% de todo o fluxo turístico do Brasil. São mais turistas por ano do que o total de habitantes de São Paulo. E se a cidade tem um total de 172 hotéis para acomodar os visitantes, 63% deles está na Zona Sul, entre as regiões de Botafogo, Lagoa, Leblon, Ipanema e Copacabana. Apenas a “Princesinha do Mar” tem nada menos do que 63 hotéis em uma área de apenas 5 km².
A Rocinha tem mais de 70 mil habitantes e, graças a essa alta concentração populacional, seu potencial de consumo é estimado em R$ 923 milhões por ano. Esse valor é maior que o potencial de mercado em mais de 90% das cidades brasileiras. Das 5.570 cidades brasileiras, apenas 499 têm mais potencial de consumo que a Rocinha.