Rodovias
e Ferrovias
O Estado do Rio de Janeiro foi o primeiro a privatizar as operações
rodoviárias. Hoje, tem o melhor índice de pavimentação
entre os estados mais desenvolvidos e, proporcionalmente à
sua extensão territorial, a maior malha rodoviária
e ferroviária do Brasil, interligada às principais
regiões produtoras do país. Durante mais de 20 anos,
o estado produziu grande parte da frota ferroviária ainda
em uso, seja no país ou na América Latina e África,
e é um dos poucos locais no Brasil onde existe a disponibilidade
de operação em duas bitolas (métrica e larga).
Também gerenciadas pela iniciativa privada, são
quase de 3 mil km de ferrovias no estado, além de mais
de 25 mil km de rodovias implantadas.
Portos
O Estado do Rio de Janeiro é berço da indústria
naval no país e tem o maior complexo de estaleiros da América
Latina, além de seis portos e terminais marítimos
de grande porte e cinco bases de apoio offshore. Seus principais
portos são: Rio de Janeiro, na Região Metropolitana,
Sepetiba e Angra dos Reis na Região da Costa Verde, Arraial
do Cabo na Região das Baixadas Litorâneas e Macaé
- exclusivo da Petrobrás -, na Região Norte. A 77
km da capital, o Porto de Sepetiba - atualmente operando com contêineres,
carvão, carros, alumina e minério de ferro - abriga
o mais moderno terminal de contêineres do país, permite
expansão até 6 milhões de TEU´s/ano
e pode receber navios com calado de até 18m.
Com
as tarifas mais competitivas do país, o Porto de Sepetiba,
pela sua invejável localização e características
naturais, é o mais capacitado a se tornar o único
porto concentrador de cargas - hub port - no continente sul-americano.
Já o porto de Angra é uma excelente alternativa
no atendimento a cargas de minérios e soja vindas do Estado
de Minas Gerais e da Região Centro-Oeste, respectivamente.
Aeroportos
O Estado possui três aeroportos na capital: o Internacional,
Antonio Carlos Jobim, com capacidade para 15 milhões de
passageiros/ano e com o maior e mais moderno Terminal de Cargas
da América Latina, o Santos Dumont no coração
da cidade do Rio de Janeiro, em fase de ampliação
para os Jogos Panamericanos de 2007, operando apenas para vôos
da ponte aérea e o de Jacarepaguá para aeronaves
de pequeno porte e recreação. No interior, são
10 aeroportos, estando entre os principais: o de Macaé,
o “Aeroporto do Petróleo”, os de Angra dos
Reis e Búzios direcionados ao turismo e o Aeroporto Internacional
de Cabo Frio que, além do turismo, está sendo ampliado
para movimentação de cargas e apoio offshore.
Portos
Secos
As Estações Aduaneiras do Interior – EADIs,
comumente denominadaS porto seco ("dry port"), são
terminais alfandegados, de uso público, destinados à
prestação dos serviços de movimentação
e armazenagem de mercadorias importadas ou a exportar, sob controle
fiscal. Elas minimizam o tempo de permanência da embarcação,
agilizando os procedimentos de carga e descarga, com conseqüente
redução dos custos das operações portuárias.
No Estado do Rio de Janeiro estão em operação
três EADI’s: no Município do Rio de Janeiro,
operada pela empresa Multiterminais Alfandegados do Brasil Ltda.,
no Município de Mesquita, operada pela empresa Transportes
Marítimos e Multimodais São Geraldo Ltda. e no Município
de Resende operada pela empresa Terminal Logístico do Vale
do Paraíba Ltda..